Leituras do mês – janeiro/2017

Oi gente, tudo bem?
Hoje eu vou mostrar pra vocês as leituras que eu fiz no mês de janeiro. Foram bem poucas, mas foram livros maravilhosos e que eu indico pra todos.

O primeiro livro que eu li esse ano foi A vida que ninguém vê de Eliane Brum. Vocês  podem conferir a minha opinião sobre ele nesta resenha.

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Sinopse: Uma repórter em busca dos acontecimentos que não viram notícia e das pessoas que não são celebridades. Uma cronista à procura do extraordinário contido em cada vida anônima. Uma escritora que mergulha no cotidiano para provar que não existem vidas comuns. O mendigo que jamais pediu coisa alguma. O carregador de malas do aeroporto que nunca voou. O macaco que ao fugir da jaula foi ao bar beber uma cerveja. O álbum de fotografias atirado no lixo que começa com uma moça de família e termina com uma corista. O homem que comia vidro, mas só se machucava com a invisibilidade. 

Fiz uma releitura de Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto. Esse Auto de Natal Pernambucano é uma importante obra da Literatura Brasileira. Confira a resenha.

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Sinopse: Morte e vida Severina, publicado pela primeira vez em 1956, é a obra mais popular e social do poeta. Retrata a fuga da seca de retirantes que seguem o curso do rio Capibaribe. Encenada dez anos depois de sua publicação, com música de Chico Buarque, recebeu diversos prêmios, como o do Festival de Nancy, na França. Em Paisagens com Figuras (1955), o poeta mescla, nos poemas, descrições das paisagens de Pernambuco e da Espanha.

E por último, mas não menos importante Dois Irmãos de Milton Hatoum. A obra que foi adaptada para a TV conta a história de dois irmãos gêmeos Omar e Yaqub. Li esse livro enquanto acompanhava a série que foi muito bem adaptada por Maria Camargo.

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Sinopse: ‘Dois irmãos’ é a história de dois irmãos gêmeos – Yaqub e Omar – e suas relações com a mãe, o pai e a irmã. Moram na mesma casa Domingas, empregada da família, e seu filho. Esse menino – o filho da empregada – narra, trinta anos depois, os dramas que testemunhou calado. Buscando a identidade de seu pai entre os homens da casa, ele tenta reconstruir os cacos do passado, ora como testemunha, ora como quem ouviu e guardou, mudo, as histórias dos outros. Do seu canto, ele vê personagens que se entregam ao incesto, à vingança, à paixão desmesurada. O lugar da família se estende ao espaço de Manaus, o porto à margem do rio Negro – a cidade e o rio, metáforas das ruínas e da passagem do tempo, acompanham o andamento do drama familiar.

E vocês, já leram esses livros? O que acharam?

Beijos! Até a próxima! 

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11 comentários em “Leituras do mês – janeiro/2017

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