Quotes: O Estrangeiro – Albert Camus

Olá leitores! Hoje eu trouxe alguns trechinhos do livro O Estrangeiro de Albert Camus. Eu li este livro no mês de janeiro, veja no resumo do mês o que falei sobre essa leitura.  selecionei alguns quotes para vocês conhecerem um pouco da escrita desse autor.

Albert Camus

Albert Camus (1913-1960) nasceu em Mondovi na Argélia, foi jornalista, escritor, romancista, dramaturgo e filósofo. Recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957. Dentre suas principais obras estão: O Avesso e o Direito (1937), Noces (1938), O Estrangeiro e O Mito de Sísifo (1942).

“É claro que gostava da minha mãe, mas isso não queria dizer nada. Todos os seres saudáveis tinham, em certas ocasiões, desejado mais ou menos, a morte das pessoas que amavam.”

“O procurador voltou-se então para o júri e declarou: “O mesmo homem que, um dia depois da mãe ter morrido, se entregava a mais vergonhosa devassidão, matou por razões fúteis e para liquidar um inqualificável caso crapuloso”.

“Assaltaram-me as recordações de uma vida que já não me pertencia, mas onde encontrara as mais pobres e as mais tenazes das minhas alegrias: odores do verão, do bairro que eu amava, um certo céu ao anoitecer, o riso e os vestidos de Maria. Tudo quanto neste lugar eu fazia de inútil subiu-me então à garganta e só tive uma pressa: acabar depressa com isto e voltar à minha cela, onde ia poder dormir.”

“Para o fim, lembro-me unicamente de que na rua e através de todo o espaço das salas e das tribunas, enquanto o meu advogado continuava a falar, eu ouvia a buzina do vendedor de gelados. Assaltaram-me as recordações de uma vida que já não me pertencia, mas onde encontrara as mais pobres e as mais tenazes das minhas alegrias: odores do verão, do bairro que eu amava, um certo céu ao anoitecer, o riso e os vestidos de Maria. Tudo quanto neste lugar eu fazia de inútil subiu-me então à garganta e só tive uma pressa: acabar depressa com isto e voltar à minha cela, onde ia poder dormir.”

ISBN-10: 8577992705
Tradução: Valerie Rumjanek
Ano: 2010
Páginas: 112
Editora: Edições BestBolso
Skoob: adicione
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Sinopse: Cinco décadas após sua morte, é indiscutível a atualidade do pensamento de Camus e de sua obra com foco na análise do homem contemporâneo. Traduzido para mais de 40 idiomas, O estrangeiro é hoje o recordista absoluto de vendas em formato de bolso na França. O romance faz parte do “ciclo do absurdo” do escritor e é seu livro mais conhecido. O narrador-personagem é o argelino Meursault, que mata um árabe por impulso. Meursault é o anti-herói que assassina um homem “por causa do sol” e sobe ao cadafalso afirmando que “fora feliz e que o era ainda”. Publicado em 1942, este livro ganha repercussão com a visionária inquietação do autor. Suas obras são muito marcadas pela incerteza e pelo absurdo da existência.

Esta edição de bolso inclui prefácio do jornalista Manuel da Costa Pinto, autor de Albert Camus – Um elogio do ensaio, organizador e tradutor da antologia A inteligência e o cadafalso e outros ensaios, de Albert Camus.

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*Fonte

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